sábado, 7 de novembro de 2015

A linguagem não-verbal e as relações de liderança

Boa noite leitores!

Hoje trago um artigo muito interessante de autoria de Suraia Schelles, titulado de: A importância da linguagem não-verbal nas relações de liderança nas organizações.

O artigo publicado na Revista Esfera no ano de 2008 traz a perspectiva de que a comunicação não ocorre apenas verbalmente, mas também por gestos e expressões corporais, e que os dois fatores devem estar em consonância para que seja possível ter um processo completo e coerente.

A autora enfatiza, como já foi visto em outras publicações, que a comunicação está diretamente atrelada com as estratégias da organização, e que é imprescindível para qualquer empresa ter um processo eficiente de comunicação tanto interna quanto externa.

A autora cita ainda as diversas formas de comunicação que existem dentro das organizações, são elas: reuniões, house organ, cafés da manhã, intranet, internet, portais corporativos, videoconferências, visitas às áreas, ouvidoria, sistema de som, murais, e outros meios. Porém, nunca deve ser deixado de lado o contato entre pares e liderança.

Passando para a esfera da linguagem não-verbal, tem-se que a linguagem corporal tem muita importância no processo de comunicação, e deve estar em consonância com a linguagem verbal. O corpo por si só também fala, e fala muito. As expressões corporais podem gerar confiança ou desconfiança por parte dos empregados em relação a seus líderes.

Portanto, bom-humor e serenidade, dentre outras características desejáveis em uma ambiente de trabalho, são características importantes para os líderes e que são percebidas pelos seus liderados. Além disso, reafirma que a linguagem não-verbal é tão importante quanto a verbal, e tem efeito positivo quando as duas estão em concordância.

Leiam artigo na íntegra:

http://www.fsma.edu.br/esfera/Artigos/Artigo_Suraia.pdf

Um comentário:

  1. Conforme salientado por você, Amanda, a linguagem corporal tem muita importância no processo de comunicação e deve estar em consonância com a linguagem verbal. Quando isso não ocorre, o processo de comunicação interna da empresa fica prejudicado.
    Podemos tomar como exemplo um líder que, quando exprime expressões corporais incompatíveis com aquela que foi transmitida pela empresa verbalmente, gera descrença por parte dos colaboradores quanto a mensagem comunicada.

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